OSecond Life (SL), mundo virtual tridimensional no qual os usuários, conhecidos como residentes, podem fingir ser quem – ou o que – bem quiserem. Ainda que se trate de um ambiente online, sua influência atinge o mundo real – entre outras coisas por meio de uma economia virtual que depende de dinheiro real.
Na realidade, ou talvez na realidade virtual, o Second Life é um ambiente complexo repleto de riscos e recompensas potenciais.
Em toda costa da pequena ilha as ondas formam piscinas naturais e os únicos habitantes do lugar são as gaivotas que insistem em gritar toda vez que se aproxima delas.
Em seu nível mais básico, o Second Life é um ambiente online criado pela Linden Lab, uma empresa sediada em San Francisco.
O Second Life é um mundo online no qual os residentes criam representações virtuais de si mesmos, conhecidas como avatares, e interagem com outros avatares, lugares ou objetos. O Second Life não representa apenas um chat pretensioso – os residentes podem fazer muito mais do que apenas se comunicar uns com os outros. Podem, por exemplo, contribuir para o mundo em torno deles criando edificações, objetos ou até mesmo animações. Os acréscimos criados pelos residentes são conhecidos como conteúdo gerado por usuários, e esse conteúdo é um dos fatores que tornam o Second Life um ambiente online tão singular.
O conteúdo gerado por usuários também ajuda a explicar por que o uso do Second Life é reservado a adultos – a Linden Lab impõe poucas restrições aos residentes, o que significa que é possível ver algumas criações bastante ousadas quando se está explorando o ambiente.
No Second Life, os residentes podem ir a encontros sociais, shows ao vivo, entrevistas coletivas e até mesmo aulas universitárias. Podem fazer muito do que fazemos na vida real – adquirir terras, comprar roupas e aparelhos e simplesmente visitar amigos. Os assinantes também podem fazer coisas impossíveis no mundo real – os avatares são capazes de voar ou de se teletransportar a quase qualquer local.




